A seleção brasileira passou sufoco, levou um susto no primeiro tempo, mas manteve a sua hegemonia. Neste domingo, a Canarinho reencontrou a Polônia na decisão da Copa das Nações e, de virada, conquistou mais um título sob o comando de Marquinhos Xavier.
Na semifinal, o Brasil passou com facilidade pelo Paraguai, enquanto a seleção polonesa surpreendeu os franceses e roubou a vaga para enfrentar novamente o Brasil, depois de ter feito um embate complicado na fase inicial.
Assim como na partida de estreia da competição, a Canarinho assumiu o protagonismo da posse de bola, criou boas oportunidades e esbarrou em atuações decisivas dos goleiros Iwanek e Kaluza, que alternavam na meta polonesa.
Além de segurar o poder ofensivo da seleção, os visitantes também foram verticais e agressivos nas saídas rápidas e, aos 14 minutos, abriram o placar com Michal Kubik, aproveitando rebote de Willian.
Embora o susto, o Brasil reagiu com tranquilidade ao gol sofrido e respondeu de forma eficiente antes do intervalo. Pito chamou a responsabilidade na ala esquerda, deixou a marcação com um drible desconcertante e cruzou para Matheus Silva empurrar nas redes.
Na volta do intervalo, o Brasil continuou a pressão e a Polônia continuou a sua retranca eficaz. Marquinhos Xavier alternou os quartetos, testou novas alternativas e mesmo assim não conseguiu destravar o muro polonês.
Nos minutos finais, o treinador mostrou ousadia e apostou na entrada de Pito como goleiro-linha para tentar evitar os pênaltis. A estratégia funcionou no minuto final. O artilheiro do título mundial, Marcel Marques, recebeu com rara liberdade e disparou uma pancada para estufar as redes, explodindo o ginásio Nilson Nelson, em Brasília, e decretando o título do Brasil.
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