O Cruzeiro apresentou nesta terça-feira a contratação mais cara da história do futebol sul-americano: Gerson, que chega do Zenit, de São Petersburgo, em negócio que pode chegar a 30 milhões de euros.
Na primeira conversa com os jornalistas com a camisa celeste, Gerson se emocionou ao falar do pai, explicou o retorno ao Brasil e comentou os detalhes da negociação com os russos, que teve alguma reviravoltas.
“Quando começou a negociação, eu só esperava meu telefone tocar para falar que acertou. Foi difícil. Chegou um momento que eu achei que não ia dar certo, até pela pedida que o Zenit estava fazendo. Eu voltei de lesão, voltei a jogar, acabei o Campeonato Russo jogando, fiz gol no último jogo. Eles não queriam liberar. Achei que não daria certo. Já estava até comprando a passagem para voltar e se apresentar lá”, contou o meia.
“O presidente (Pedrinho) me ligou, falou que tinha dado certo e que tinha mandado o avião me buscar e que eu tinha que estar aqui na sexta (dia 09). Ele me ligou na quinta de tarde. ‘Estou indo buscar você aí agora”, completou.
Gerson fez questão de refutar qualquer insatisfação pela carreira que construiu na Europa, agora na terceira vez que retorna ao Brasil vindo de um clube do continente. O meia destacou as passagens na Fiorentina (“sempre joguei”) e no Marseille (“camisa mais vendida do elenco”) e mesmo no Zenit (“acabei o campeonato jogando, fiz gol no último jogo”).
Sobre a escolha pelo Cruzeiro, Gerson falou em um “grande clube”, garantiu ser “viciado em vencer” e fez questão de ressaltar o “projeto irrecusável” que lhe foi apresentado.
“O Cruzeiro é um projeto irrecusável. Quando tem esforço muito grande, isso a gente tem que levar em consideração”, destacou.
Confira a entrevista completa:
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